sexta-feira, 5 de julho de 2013

Das Tempestades de dos Guarda-Chuvas

Hiperbólica sensação pasteurizada:
um poeta que não encontrou a interrogação em seu teclado novo,
cujo chefe corrige textos trocando palavras, sem nunca verificar erros ortográficos.

Eu
quis um dia uma tatuagem, no outro esqueci, e quis de novo, e deixei a ideia.
Mas de ideias me farto, ideias e ideais, e amores não correspondidos.
Depois sexo, nunca amor, mas sexo sexo sexo, sempre e sempre mais!
Com as mulheres que nunca beijei, mas só elas.

É como uma compulsão, ou comoção, ou carreata.
Amar sem futilidades.
Comprar um avião que está caindo...
Eu tenho um sonho,
eu o tive antes.
Eu sou nada nem ninguém em cidades enormes, perdido para sempre no coração de alguns, ignorado no de outros, mas sempre presente para quem me ama,
se me amarem.

Eu sou o desânimo,
eu sou da vida dessas coisas,
um boquete no meio de uma fria madrugada,
coisas que não falamos de nós mesmos,
um quarto escuro,
vodca e calcinhas,
vídeo games
e despedidas.

Um comentário:

Luana Rios disse...

oi lindooooooooooooooooooooooo