quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Divagação

Falar de amor como se esse já estivesse morto. Esse é o rumo que tenho tomado com a ponta da caneta. Ela passou como uma brisa fresca num dia quente, apenas um vento bom. Deu fogo, mas a chuva apagou, e eu fiquei com a premissa e a promessa. Fiquei de dedos cruzados, esperando o relógio voltar algumas horas.

Ficarei bebendo em sua homenagem, relembrando os bons tempos de bebedeira que vivemos, e que nunca, de fato, existiram. Existe tempo pra tudo nas nossas mentes. Vai ficar guardada aquela manhã em que você disse adeus. Me virei e lembrei da noite de sexo, e fiquei imaginando feliz que tudo era só ilusão.

Coincidentemente, era mesmo.

2 comentários:

Satiko disse...

Nostalgia do amor'

Sueℓℓem Bαrbosα disse...

'Ficarei bebendo em sua homenagem, relembrando os bons tempos de bebedeira que vivemos, e que nunca, de fato, existiram.'

como eu entendo disso, ô, se entendo!